Archive for the kernel Category

Usando apenas Software Livre (o Stallman virtual e o mononono)

Posted in Apps, FLOSS, kernel with tags on Novembro 20, 2009 by ovigia

Por diversos motivos, especialmente filosóficos, maneira de estar na vida, prefiro o Software Livre a qualquer outro, por essa razão tento sempre proteger as minhas máquinas de software com ‘problemas existenciais’ 😉 um dos exemplos mais claros são tudo o que tenha a ver com tecnologias Cavalo de Tróia que a empresa monopólio, microsoft, com a ajuda dos seus esbilros (novell e até certo ponto a canonical) tem vindo a colocar tipo sleeper cells em diversas distros e software como por exemplo o OpenOffice.org, uma vez que pode ter componentes da novell.

Entre os exemplos desse software contaminado com por exemplo o m$-novell-mono e m$-ooxml encontra-se o GNOME (que ainda pode vir a ficar mais contaminado, veja-se o caso do dbus e do Banshee+moonlight), muito especialmente diversos dos seus componentes, F-Spot, Banshee, Evolution, Tomboy, Beagle, gnome-do, plugins como o m$-novell-moonlight entre outros.

Para nos protegermos de muitos destes problemas podemos logo acabar com eles instalando uma distro totalmente livre e sem blobs no kernel linux, basta para tal instalar uma das diversas distros livres que a FSF aconselha, gosto bastante da gNewSense e da Trisquel.

Caso optemos por outras, as que usam o KDE com grande probabilidade apenas estão afectadas pelos blobs do kernel, aos quais por vezes não podemos fugir devido ao hardware que possuímos, bem como eventuais problemas de plugins como o flash bem como de algumas particularidades do OpenOffice.org, as quais se resolvem usando a versão oficial bem como em relação ao plugin flash, podemos sempre usar o swfdec, gnash bem como a extensão Greasemonkey com um script por forma a vermos os videos do youtube dentro do MPlayer ou mesmo do VLC, ou ainda o excelente Minitube

Embora o ideal seja o uso e abuso das novas extensões HTML5, de audio e video usando codecs e containers abertos e livres como os vorbis e theora em ogg, que já são fortemente usadas pela wikipedia, archive.org e até pelo site dailymotion e que permitem coisas fabulosas como estas e estas (só funcionam em browsers a sério, ou seja que seguem padrões da W3C 😉 Firefox, Chrome, Safari, Opera bem como outros derivados dos motores de rendering Mozilla Gecko e Webkit)

Para nos livrar-mos dessa praga podemos seguir estes passos, ms-novell mono – conjunto de aplicações das quais se deve fugir – como removê-las.

O comando para nos livrar-mos deste lixo não podia ser mais simples, por exemplo para a versão do Ubuntu, que anda a ficar muito contaminada;

$sudo apt-get remove –purge mono-common libmono0

Embora nos links que aqui coloquei já a mencione uma, existem duas ferramentas para verificar a nossa instalação e para não deixar instalar nada contaminado pelo m$-novell-mono, são o Stallman Virtual 🙂 vrms e a mononono.

Outras leituras e sites a acompanhar relativamente a esta temática dos Cavalos de Tróia da microsoft e novell entre outras, canonical i’m looking at you!

Outras entradas que já escrevi:

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Bronca na placa wireless – ath5k phy0: noise floor calibration failed (2412MHz)

Posted in Debian, Hardware, kernel on Outubro 25, 2009 by ovigia

Ontem e após mais um upgrade à minha rolling distro Debian Testing/Sid(unstable) que estou a usar no Laptop em conjunto com o excelente script smxi e com o kernel Liquorix, começou a suceder algo estranho mesmo com o sistema quase idle, agora que estou viciado na rádio das bandas sonoras de filmes a Cinemix e que a estou quase sempre a escutar reparei que de tantos em tantos segundos por uma fracção de milésimos o som era interrompido, escusado será dizer que já me estava a passar.

Pensei que fosse algum problema da rede uma vez que estava a usar o rtorrent e este estava a bombar a toda a velocidade!
Pensei que fosse do Tracker que estivesse activo, mas não era, também não era do mocp nem sequer de qualquer outro programa de audio nem video, os quais testei, quer VLC quer MPlayer/SMPlayer também estavam com o mesmo problema, ao ver um video de tantos em tantos segundos ocorria o mesmo problema mas agora para além do audio afectava também o video.

Resolvi ver o que o log dava:

#dmesg ou #tail -f /var/log/messages mostraram que havia bronca!

ath5k phy0: noise floor calibration failed (2412MHz)

WTF?
Era o driver da placa wireless, mas o que queria dizer isto?
Google is your friend!

Parece que com o upgrade, houve alguma regressão no driver ath5k da placa wireless do laptop, uma vez que não necessito da placa wireless a funcionar não me tive para chatear e instalar o outro driver, o madwifi e como tal optei por desligar o modulo da placa.

Ora aqui fica o que fiz que não tem nada de especial é só mesmo colocar o driver na blacklist.

#nano /etc/modprobe.d/blacklist

e depois colocar nesse ficheiro a indicação: blacklist ath5k

E pronto assunto resolvido.

O que acima escrevi ficará activo a quando de um reboot, para desligar agora o driver é só remover o módulo.

#rmmod ath5k

Caso seja necessário instalar o driver com o binário não livre, a versão madwifi com os tais blobs, pelo que encontrei na web é simples, basta seguir o que está no manual da sidux, uma rolling distro que no fundo é puro Debian sid.

Ou então seguir estas dicas:

Instalando driver madwifi para placa Atheros no Ubuntu « Liberdade ainda que tardia

Agora
sim vamos instalar o madwifi. Para compilar o driver, você irá precisar
do pacote build-essential do Ubuntu, esse pacote instalará as
ferramentas necessárias para compilar qualquer pacote no seu sistema,
no terminal digite:

#apt-get install build-essential

Agora, de acordo com o post do forum, baixe o arquivo dos fontes do madwifi:

http://snapshots.madwifi-project.org/madwifi-hal-0.10.5.6-current.tar.gz

Extraia o conteúdo do arquivo e pelo terminal entre na pasta criada:

#cd madwifi-hal-0.10.5.6-r3879-20081204

Use o comando make para compilar o driver:

$make

Após compilar use o make novamente para instalar o driver:

#make install

Reinicie
o pc e o driver deverá funcionar, se por algum motivo ele não
funcionar, tente carregar o driver manualmente, digite no terminal:

#modprobe ath_pci

Com tudo a funcionar já podemos armar-mo-nos em háckaros 😉

Main [Aircrack-ng]

Aircrack-ng is an 802.11 WEP and WPA-PSK keys cracking program that can recover keys once enough data packets have been captured. It implements the standard FMS attack along with some optimizations like KoreK attacks, as well as the all-new PTW attack, thus making the attack much faster compared to other WEP cracking tools. In fact, Aircrack-ng is a set of tools for auditing wireless networks.

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Compatibilidades e compras de hardware

Posted in Hardware, kernel on Outubro 19, 2009 by ovigia

Como se sabe, se não sabem passam a saber 😉 o linux é o kernel que suporta mais hardware por omissão, out of box temos logo acesso a toneladas de hardware, nenhum outro kernel de qualquer outro sistema operativo se lhe compara, sim sim, nem aquela coisa que vem de Redmond, um tal de ms-windows.

https://i0.wp.com/imgs.xkcd.com/comics/shopping_teams.png


Não sou eu que o afirmo mas sim um dos developers do kernel linux, Greg Kroah Hartman durante uma apresentação no googletechtalks.

Eis pois como se pode confirmar se o hardware que possuímos é todo suportado pelo kernel linux de uma determinada distro.

Se forem adquirir um computador novo peçam na loja para experimentarem correr um livecd, agora que já quase toda a gente ouviu falar de GNU/Linux, até os gajos das wortens , vobisss e Fnacsss 😉 em princípio apesar de fazerem cara feia devem de deixar experimentar, a mim já há uns anos deixaram testar o acer 3614 que ia comprar.

No fundo a magia resume-se a dois comandos, $dmidecode e um muito interessante que é o $lspci -n
que com o suporte do site device driver check & report nos diz tudo.
Existem ainda os hardinfo e lshw.

Como já havia escrito sobre este tema vou apenas deixar aqui uns links.

Para finalizar refiro um site com um futuro promissor, trata-se do Hardware4linux.info
And that’s it… Façam boas compras e lembrem-se, comprem hardware de verdade e não pseudo-hardware.

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sysctl e swapp: Optimizando a Performance de uma distro GNU/Linux I

Posted in Debian, kernel, Performance on Outubro 8, 2009 by ovigia

Esta é uma entrada aqui no blog que se repetirá muitas vezes, a optimização das nossas máquinas a correrem GNU/Linux.

Hoje o meu laptop já com uns bons aninhos, Acer Aspire 3614Lmi, intel celeron 380 a 1,6Ghz, 400MHz FSB, 1Mb cache L2, 512Mb de RAM e 80Gb de HD, estava-se a portar mal, como parte da memória swapp já estava a ficar com uns quantos megas, já passava dos 200Mb, começou a fazer demasiado thrashing.

Como tal lembrei-me de ver como estaria a configuração da vm.swappiness no /etc/sysctl.conf da minha Debian testing/sid

#sysctl -a|grep -i vm.swappiness

E não estava grande coisa para a memória que tenho, eu queria que ela usasse melhor a memória física e só depois a de swapp, estava com o valor padrão na Debian e *buntu;

sysctl – configure kernel parameters at runtime

# sysctl -a|grep -i swappiness
vm.swappiness = 60

Como tal vai de passar a mensagem ao kernel linux que não era este o valor que eu pretendia;

#sysctl vm.swappiness=15

É claro que após reboot isto voltava tudo ao mesmo, como tal há que acrescentar também no ficheiro de configuração;

#mcedit /etc/sysctl.conf e acrescenta-se por exemplo no fim do ficheiro vm.swappiness = 15

Também se pode alterar o ficheiro e depois activar fazendo reload deste #sysctl -p

Mas mesmo já tendo passado a info para o kernel, o valor de memória gasto pela swapp mantinha-se, como em GNU/Linux faz-se tudo sem reboots, já nem um upgrade ao kernel precisa disso (ksplice), executei os seguintes comandos para a swapp recomeçar de novo.

# swapoff -a para desligar a swapp

É engraçado ver a memória da swapp a descer e a passar a info para a memória física, cuidado para não crasharem o sistema 😉

#swapon -a para a voltar a ligar e agora já a bombar com o valor de vm.swappiness=15

No fundo o valor de swappiness indica ao kernel como é que este deve gerir a memória swapp, o valor situa-se no intervalo de zero (0) a cem (100).

Um valor baixo indica que o sistema evitará ao máximo  (enquanto for possível) usar a memória swapp, quanto maior for o valor mais liberto para a usar estará o sistema.

Alguns links com mais info.

::: Planète Béranger :::

The default swappiness is 60. With a value of 100, the kernel will always prefer to find inactive pages and swap them out. With a value of 0, applications that want memory can shrink the disk cache to a tiny fraction of RAM. For laptops which would prefer to let their disk spin down, a value of 20 or less is recommended.

Liquorix Project

Liquorix Kernel

this is a debian kernel built on top of the zen kernel sources. the configuration is optimized for a practical desktop experience and features not currently maintained in linus’s upstream kernel are included.

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