Usando apenas Software Livre (o Stallman virtual e o mononono)

Por diversos motivos, especialmente filosóficos, maneira de estar na vida, prefiro o Software Livre a qualquer outro, por essa razão tento sempre proteger as minhas máquinas de software com ‘problemas existenciais’😉 um dos exemplos mais claros são tudo o que tenha a ver com tecnologias Cavalo de Tróia que a empresa monopólio, microsoft, com a ajuda dos seus esbilros (novell e até certo ponto a canonical) tem vindo a colocar tipo sleeper cells em diversas distros e software como por exemplo o OpenOffice.org, uma vez que pode ter componentes da novell.

Entre os exemplos desse software contaminado com por exemplo o m$-novell-mono e m$-ooxml encontra-se o GNOME (que ainda pode vir a ficar mais contaminado, veja-se o caso do dbus e do Banshee+moonlight), muito especialmente diversos dos seus componentes, F-Spot, Banshee, Evolution, Tomboy, Beagle, gnome-do, plugins como o m$-novell-moonlight entre outros.

Para nos protegermos de muitos destes problemas podemos logo acabar com eles instalando uma distro totalmente livre e sem blobs no kernel linux, basta para tal instalar uma das diversas distros livres que a FSF aconselha, gosto bastante da gNewSense e da Trisquel.

Caso optemos por outras, as que usam o KDE com grande probabilidade apenas estão afectadas pelos blobs do kernel, aos quais por vezes não podemos fugir devido ao hardware que possuímos, bem como eventuais problemas de plugins como o flash bem como de algumas particularidades do OpenOffice.org, as quais se resolvem usando a versão oficial bem como em relação ao plugin flash, podemos sempre usar o swfdec, gnash bem como a extensão Greasemonkey com um script por forma a vermos os videos do youtube dentro do MPlayer ou mesmo do VLC, ou ainda o excelente Minitube

Embora o ideal seja o uso e abuso das novas extensões HTML5, de audio e video usando codecs e containers abertos e livres como os vorbis e theora em ogg, que já são fortemente usadas pela wikipedia, archive.org e até pelo site dailymotion e que permitem coisas fabulosas como estas e estas (só funcionam em browsers a sério, ou seja que seguem padrões da W3C😉 Firefox, Chrome, Safari, Opera bem como outros derivados dos motores de rendering Mozilla Gecko e Webkit)

Para nos livrar-mos dessa praga podemos seguir estes passos, ms-novell mono – conjunto de aplicações das quais se deve fugir – como removê-las.

O comando para nos livrar-mos deste lixo não podia ser mais simples, por exemplo para a versão do Ubuntu, que anda a ficar muito contaminada;

$sudo apt-get remove –purge mono-common libmono0

Embora nos links que aqui coloquei já a mencione uma, existem duas ferramentas para verificar a nossa instalação e para não deixar instalar nada contaminado pelo m$-novell-mono, são o Stallman Virtual🙂 vrms e a mononono.

Outras leituras e sites a acompanhar relativamente a esta temática dos Cavalos de Tróia da microsoft e novell entre outras, canonical i’m looking at you!

Outras entradas que já escrevi:

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