Manipular imagens na linha de comandos (I)

Posted in CLI, Imagem on Fevereiro 5, 2010 by ovigia

Precisava de mexer no tamanho de algumas imagens para as colocar no Forum Bushcraft, como tal lembrei-me de usar um excelente pacote/programa que na distro Debian e suas filhas fica à distância de dois comandos:

#aptitude update
#aptitude install graphicsmagick

O Graphicsmagick é um fork completamente livre e mais optimizado do Imagemagick.
Aqui têm alguns benchmarks para comparem as performances de cada uma destas versões.

Outro pacote/programa que permite manipular um vasto conjunto de imagens ao mesmo tempo é o Phatch, mas este é uma espécie de front-end para algumas das coisas que o Graphicsmagick e o Imagemagick permite, entre as quais:

  • Actions: resize, rotate, invert, flip, watermark, shadow, rounded corners and much more!
  • Drag & drop of actions
  • Enable & disable actions
  • Can copy folder hierarchies
  • Python shell
  • Error logging
  • File history
  • Console (can run on servers without gui)
  • Desktop droplets
  • Image Inspector (exif & iptc)
  • Cross-platform (Linux, Windows & Mac)
  • python-api

Como não percebo muito destas coisas relativas à manipulação de imagem esta entrada e posteriores servirá apenas como dica de entrada para coisas mais complexas e para repositório de alguns links porreiros sobre este tema.

Sendo que um dos mais porreiros é um artigo da IBM sobre o Imagemagick que nos dá uma pequena demonstração do que ele é capaz.

Graphics from the command line; Flip, size, rotate, and more with ImageMagick
E para aquilo que eu pretendo fazer chega e sobra ;)

Ora então vamos lá, como a resolução das imagens é um bocado avantajada vou reduzi-la.

$convert -sample 1024x768 img.in.jpg img.out.jpg


e já está, convém referir que a imagem mantém o aspect ratio.

Também poderia ter usado uma determinada percentagem ou ter criado por exemplo thumbnails para todas as fotos de uma directoria.

Ainda das dicas da IBM,

$convert -sample 25%x25% input.jpg output.jpg

<i>for img in `ls *.jpg`
do
  convert -sample 25%x25% $img thumb-$img
done</i>

Cheat Sheets: As cábulas desenrasca do Software Livre

Posted in Uncategorized on Janeiro 18, 2010 by ovigia

Ora aqui fica uma entrada com links para diversas destas cábulas fabulosas.

Linux Cheat Sheet Linux Cheat Sheet Linux Cheat Sheet Linux Cheat Sheet Linux Cheat Sheet Linux Cheat Sheet Linux Cheat Sheet Linux Cheat Sheet

via Linux-Unix cheat sheets – The ultimate collection

Linux-Unix Cheat Sheets – The Ultimate Collection

This is a compilation of approx 70 cheat sheets for Linux users. There are a grip load of commands that Linux users have at hand which can seem very daunting to a novice. This collection will make Linux just a little less of a headache to learn.

FOSSwire: Unix/Linux Command Cheat Sheet

In an attempt to find a good Unix reference for you FOSSwire readers, I was unsuccessful at finding a decent one on the Internet. So, why not make one?

Plus: http://files.fosswire.com/2008/04/ubunturef.pdf http://files.fosswire.com/guides/2008/softwareubuntu.pdf

Screen VT100/ANSI Terminal Emulator Cheat Sheet – good coders code, great reuse

You might be pretty productive on a terminal emulator which can have multiple terminals open in a single window but what if you are connected to a distant server with a telnet/ssh client such as Putty? Would you run multiple Putty sessions to do what you have desired? What if your connection breaks loose? Would you reconnect and start all over again? Definitely not!

One of the solutions is to use an advanced terminal emulator such as screen.

Working Productively in Bash’s Vi Command Line Editing Mode (with Cheat Sheet) – good coders code, great reuse

This time I am going to introduce you to bash’s vi editing mode and give out a detailed cheat sheet with the default keyboard mappings for this mode.

The Definitive Guide to Bash Command Line History – good coders code, great reuse

Let me teach you how to work efficiently with command line history in bash.

This tutorial comes with a downloadable cheat sheet that summarizes (and expands on) topics covered here (scroll to the end for a download link).

Bash Emacs Editing Mode Cheat Sheet – good coders code, great reuse

When you are working in a shell you certainly don’t want to waste your time using arrow keys or home/end keys to navigate around the command line. One of the most popular shells, bash – Bourne Again SHell, uses GNU’s Readline library for reading the command line.

Cheat Sheets – Packet Life

Networking Cheat Sheets

Our Favorite Cheat Sheets

Our Favorite Cheat Sheets (resmas de cábulas :) )

Filesystem Hierarchy Standard

Filesystem Hierarchy Standard Group

Mastering The Linux Shell – Bash Shortcuts Explained (Now With Cheat Sheets)

During my day-to-day activities, I use the Bash shell a lot. My #1 policy is to optimize the most frequently used activities as much as possible, so I’ve compiled these handy bash shortcuts and hints (tested in SecureCRT on Windows and Konsole on Linux). The article only touches on the default bash mode – emacs, not vi. If you haven’t specifically assigned your shell mode to vi (set –o vi), you’re almost certainly using the emacs mode. Learn these and your shell productivity will skyrocket, I guarantee it.

Debian Testing e Sid (Unstable) usando Pinning

Posted in APT, CLI, Debian on Janeiro 14, 2010 by ovigia

Desde há tempos que corro no meu portátil Debian pura, uma mistura de Testing (a futura versão Squeeze) e a Sid (a versão Unstable) da Debian.

Comecei a pensar nisso quando durante algum tempo usei a distro sidux, totalmente baseada na versão Sid da Debian, como nunca tive qualquer problema com o seu uso e os seus updates e após ter gostado da simplicidade da distro #!Crunchbang (baseada em Debian/Ubuntu), resolvi tentar construir a partir de uma instalação netinstall da Debian o mesmo funcionamento da #!Crunchbang.
A propósito existem discussões no forum dela por forma a eventualmente a próxima versão deixar de ser baseada em Ubuntu e passar a puro Debian Testing/Unstable tornando-a assim numa flexível rolling distro, tal como a malta do Eeebuntu planeia fazer o mesmo com a sua Eeevolution 4.0.

A partir da próxima versão oficial da Elive, esta também passará a ter a versão de desenvolvimento baseada na Testing da Debian, hoje é baseada na versão Stable/Lenny.

Antes de passar a algumas configurações deixo aqui um site da Debian que através de ícones tipo os do tempo na extensão Forecast do Firefox, nos mostra para as diversas arquitecturas que a Debian suporta, se hoje é ou não um bom dia para fazer instalações e upgrades, especialmente das Testing e Unstable, trata-se do Debian Weather.

Já agora uma advertência e uma dica, segundo a malta da sidux, só se deve de usar apt-get para mexer nas actualizações e instalação de software directamente da linha de comandos e nunca as versões gráficas dessa ferramenta como por exemplo a Synaptic, supostamente também o aptitude poderá causar alguns dissabores, isto para a versão Sid da Debian.
Confesso que uso o aptitude com a minha configuração Testing/Unstable e nunca tive qualquer problema.

Quanto à dica, na minha configuração uso ainda o excelente script smxi o qual pergunta a quando da sua instalação/1ª utilização, se queremos usar apt-get ou aptitude; uso ainda os kernel da sidux ou o Liquorix Zen based também configurado pelo criador do smxi.

As minhas configurações:

Segundo o wiki da Debian e o Howto da Ubuntu, existem 3 ficheiros na directoria /etc/apt/ que necessitam sofrer algumas modificações ou serem criados.

1. definir a versão da nossa Debian por omissão/default em /etc/apt/apt.conf.d/
2. sources.list em /etc/apt/sources.list ou ainda /etc/apt/sources.list.d/ há que acrescentar um repositório Sid
3. preferences em /etc/apt/preferences que pode não existir ou ainda /etc/apt/preferences.d/

No meu caso:

Como já existiam por lá ficheiros de configuração como o 00x e 01x bem como outros resolvi atribuir ao meu ficheiro que define a versão por omissão da minha Debian, o 02debian que ficou do seguinte modo;

/etc/apt/apt.conf.d# ls
00trustcdrom  01autoremove  02debian 10apt-listbugs  70debconf  80cache 99-localepurge

/etc/apt/apt.conf.d# cat 02debian
APT::Default-Release “squeeze”;

aumentei ainda o cache para cerca de 128Mb uma vez que agora o apt iria ter ficheiros quer da Testing quer da Sid/Unstable

/etc/apt/apt.conf.d# cat 80cache
APT::Cache-Limit “134217728″;

por fim criei o ficheiro /etc/apt/preferences.d/preferences

/etc/apt/preferences.d# cat preferences
Package: *
Pin: release a=testing
Pin-Priority: 900

Package: *
Pin: release a=unstable
Pin-Priority: 800

Ou seja com estas pequenas configurações sempre que precise como foi o caso há pouco tempo com o fabuloso rtorrent, que crashava cada vez que eu o iniciava por causa deste bug, posso instalar software da versão Sid ou até passar tudo para Sid, embora continue por omissão na Testing.

Para corrigir o problema com o pacote rtorrent bastou-me depois destas configurações fazer

#aptitude update
#aptitude install libtorrent11/unstable ou ainda #aptitude -t unstable install libtorrent11

Bug#564525: rtorrent: should depend on libtorrent 0.12.6-2

rtorrent upgraded from 0.8.5-2 to 0.8.6-1 hangs almost immediately at startup with message “Caught floating point exception”. Upgrading libtorrent11 from current squeeze’s 0.12.5-2 to sid’s 0.12.6-2 fixes the problem.

Para finalizar aqui ficam alguns links sobre este processo:

sidux Manuals – APT-Guide

APT is short for Advanced Packaging Tool and is a collection of programs and scripts that help both the sysadmin (in your case root) with the installation and management of deb-files but equally the system itself to know what is installed.

AptPreferences – Debian Wiki

Pinning allows you to run certain packages from one version (stable, testing, unstable) without the necessity of upgrading your entire system. However, pulling in packages from “later” distributions are prone to pull in libraries as well, which might have you end up with a system that has the disadvantages of stable (old software), the disadvantages of unstable/testing (security support not as good as stable, bugs) without the advantages of either.

At its most basic level, pinning involves two files, /etc/apt/sources.list and /etc/apt/preferences.

An additional role is played by the target release, which can be set in apt.conf (or in a /etc/apt/conf.d/… file and via the apt command line.

PinningHowto – Community Ubuntu Documentation

This wiki page will discuss some advanced things you can do to packages to accomplish specific goals. The first thing described is Pinning, this is useful if you want only some things from a newer version of Ubuntu. There is also package holding, which allows you to not update the package.

Fast and safe upgrade to Debian sid from stable or testing | edin.no-ip.com

Debian only provide stable and testing installation CD/DVD so there is no way to install with sid directly. In order to use Debian sid, you will need to upgrade from existing installation. BTW, you may try once before but found that there was a lot of error message about package dependency, or not even able to complete the upgrade due to some tricky gap.

Debian mix – testing e unstable » Omnia sunt communia

Mas apesar de querer ter o Sid não quero que o meu sistema quebre muitas vezes por isso configurei o apt pinnig para manter os pacotes do testing quando uma actualização tiver como resultado a remoção de um pacote.

Apt-Pinning for Beginners

Do you run Debian? Have you ever gotten annoyed at how Debian Stable always seems to be out of date?

I will show you a way that you can have apt mix-and-match between Stable, Testing, and Unstable sources. This will allow you to run a mostly-Stable system, but also track the latest and greatest of those packages that you are most keenly interested in.

Recuperação do GRUB2 em Debian

Posted in Debian, GRUB/GRUB2 on Dezembro 17, 2009 by ovigia

Hoje após correr o script de actualização, smxi na Debian do meu laptop, por alguma razão que não sei qual, uma vez que não estava a ver o que ela estava a fazer ;) ao fazer reboot deparei-me com o seguinte erro no GRUB2:

GRUB Loading.

WELCOME to GRUB!

Entering rescue mode…
error: the symbol `grub_loaded_is_loaded’ not found
grub rescue>

Confesso que ainda não tinha olhado para o GRUB2, como tal a única coisa que me lembrei foi de escrever help a ver se apareciam alguns comandos, mas nada.
No scroogle também apenas encontrei isto.

Resolvi entrar à bruta e reinstalar o GRUB2, convém frisar que num dos updates anteriores há uns tempos atrás, o update tinha feito o upgrade do GRUB para o GRUB2 sem qualquer problema.

Eis o que fiz para reinstalar o GRUB2.

1. Peguei num livecd do #!Crunchbang 9.04.1 (mental note, colocar a multidistro Katana numa pen USB) e fiz reboot, após este carregar havia que descobrir a partição onde está instalado o boot da Debian.

$sudo fdisk -l (é um L)

Disk /dev/sda: 80.1 GB, 80060424192 bytes
255 heads, 63 sectors/track, 9733 cylinders
Units = cylinders of 16065 * 512 = 8225280 bytes
Disk identifier: 0×34fe34fd

   Device Boot      Start         End      Blocks   Id  System
/dev/sda1               1         131     1052226   82  Linux swap / Solaris
/dev/sda2   *         132        1667    12337920   83  Linux
/dev/sda3            1668        9733    64790145    5  Extended
/dev/sda5            1668        3200    12313791   83  Linux
/dev/sda6            3201        9733    52476291   83  Linux

Reparem onde está o asterisco, é essa a partição a usar.

2. Montar essa partição a partir do livecd

$sudo mount /dev/sda2 /mnt

3. Reinstalar o GRUB2

$sudo grub-install –root-directory=/mnt/ /dev/sda

(reparem que agora apenas dou a indicação do disco e não da partição, sda sem o 2)

O problema é que isto deu outro erro, queixava-se de um problema qualquer relativo ao ficheiro device.map
Resolvi renomear o ficheiro para device.map.bak e corri de novo o comando acima.
Desta vez tudo correu bem.

4. Fazer reboot, ou seja reiniciar a partir do disco rígido.

Se tudo tivesse corrido bem no ponto 3, sem que tivesse sido necessário renomear o ficheiro device.map, agora seguir-se-ia

$sudo update-grub ou na Debian #update-grub

Mas como não correu tudo bem, dei por mim novamente no ecrã do GRUB2 que me tinha aparecido a quando do upgrade automático do GRUB para GRUB2 o qual indicava que após o boot caso tudo corresse bem que deveria correr o seguinte comando

#upgrade-from-grub-legacy

And that’s it, tudo a bombar.

A propósito o excelente livro Linux in a Nutshell tem muita e boa info sobre o GRUB.

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‘Segurança e Privacidade’ (Parte 3) – Dicas para fugir ao controlo da google

Posted in Apps, FLOSS, Segurança with tags on Dezembro 13, 2009 by ovigia

Esta é a entrada simplificada sobre este tema, a com mais latim, encontra-se no blog oVigia.

Já estão a pensar se esta é a mais simplificada….. oh!! well!!!!!

Após a triste intervenção do CEO da google, mas a qual agradecemos pelos esclarecimentos sobre o que o manda chuva da google acha da privacidade dos seus utilizadores, resolvi criar uma entrada com alguma informação sobre como nos proteger-mos da espionagem e invasão da nossa privacidade por parte da empresa deste senhor e não só.

As a cryptography and computer security expert, I have never understood the current fuss about the open source software movement. In the cryptography world, we consider open source necessary for good security; we have for decades. Public security is always more secure than proprietary security. It’s true for cryptographic algorithms, security protocols, and security source code. For us, open source isn’t just a business model; it’s smart engineering practice. Bruce Schneier, Crypto-Gram 1999/09/15

Confesso desde já que sou utilizador de algumas das ferramentas da google, das quais na sua globalidade tenho uma opinião positiva.

Indo às dicas.

Dêem olhada a estas regras básicas que Bruce Schneier colocou no seu blog

O melhor que têm a fazer se pretendem ter Segurança e Privacidade é abandonarem sistemas muito pouco ou nada amigos dos seus utilizadores e respeitadores destas, como são os da microsoft e apple e passarem a usar Software Livre, peguem num LiveCD de uma qualquer distro de GNU/Linux ou de um BSD e experimentem, não dói! ;) nem sequer precisam de instalar!

Esqueçam a utilização de software como ms-IExplorer, ms-messenger, skype e afins, são inseguros, fechados, proprietários, não usam protocolos abertos e que todos podem implementar e verificar, logo são perigosos quer para a segurança quer para a privacidade, leiam novamente o parágrafo de Bruce Schneier que citei.

Se já estão instalados, desinstalem-nos.

Em vez do software que indiquei no ponto 3, prefiram Software Livre e de qualidade que usa protocolos abertos e que todos podem implementar e verificar,

Browsers: Mozilla Firefox (multiplataforma) e derivados como os GNU Icecat, Iceweasel e Swiftweasel (os três só para GNU/Linux), Camino (Mozilla para MacOSX).

Esqueçam o Google Chrome, uma vez que apesar de seguro é um perigo para a privacidade, tal como o demonstra o site do Srware Iron, uma versão do Google Chromium/Chrome que retira todos esses problemas.

A versão para GNU/Linux encontra-se no forum..

Tendo em conta as extensões de segurança que a seguir falarei, a escolha certa é um browser baseado em tecnologia da Fundação Mozilla, a minha escolha recai sobre o GNU Icecat porque inclui desde a instalação mecanismos de protecção da privacidade.

Clientes de mail/MUA: Thunderbird, Kmail ou ClawsMail

Instant Messaging: Pidgin, Kopete e tudo o que use o protocolo aberto XMPP/Jabber, incluindo o google talk, usando o plugin OTR (Off the record) que encripta todas as comunicações, dêem olhada aqui e aqui.

VoIP: Qutecom , Ekiga, Empathy

Tudo usando SIP.

Configurando alguns dos serviços da Google; dirijam-se ao google dashboard e apaguem o Histórico das vossas andanças pela rede, de seguida desliguem-no.

Como sempre quer para o Gmail quer para outros serviços da Google ou de qualquer outra empresa ou site, dêem o minimo de informações possíveis sobre vós.

Iniciem o vosso browser, um Mozilla de preferência, e comecem a desligar coisas.

Na aba CONTENT desliguem a java e o java script (a não ser que usem o NoScript), na aba Privacy, escolham Use custom settings for history, diminuam o histórico ou configurem-no para apagar quando fecham o browser.

Configurem os browsers para apagarem os cookies quando os fecham e só aceitem cookies dos sites que pretendem, uma extensão boa para a qualquer momento apagar ou barrar (GNUzilla privacy extension) os cookies é a CookieSafe.

Se possível activem a gestão de passwords por forma a terem uma master password, instalem um gerador de passwords como por exemplo o apg ou pwgen disponíveis nos servidores da Debian, para a malta do ms-windows podem usar a extensão pwgen Password Generator.

Podem ainda guardarem as vossas passwords encriptadas e gerarem outras recorrendo ao software livre e multiplataforma KeePassX (GNU/Linux, ms-windows e macosx) ou ainda recorrendo a esta extensão, Password Exporter, que permite exportar e importar passwords encriptadas.

Uma das vantagens do KeePassX é que o podem usar numa pen USB.

7º Abandonem o Google para efectuar pesquisas, especialmente quando estão logados na vossa conta.

E nem sequer pensem em usar o yahoo ou o bing, pior a emenda que o soneto!

Opções interessantes e que respeitam a vossa privacidade são o Scroogle que apesar de usar o google para obter os dados que pesquisamos, protege os utilizadores e ainda por cima pesquisamos através de uma ligação segura SSL, outra hipótese é o ixquick que não guarda absolutamente nada nos seus logs do que nós buscamos, usa ligação SSL e até recebeu o selo de privacidade europeu.

Aproveito para frisar que sempre que haja a possibilidade de usarem uma ligação SSL, prefiram-na, um dos exemplos é a wikipedia, todos os serviços que a wikimedia disponibiliza online podem ser acedidos via SSL.

Os browsers modernos permitem ainda outro tipo de privacidade relativamente ao que escrevem e deixam nos vossos discos rígidos, para usarem desta faculdade nos Mozilla basta irem a Tools/Ferramentas e escolherem a opção Start Private Browsing/iniciar navegação privada, no Srware Iron têm no canto superior direito a New Incognito Window.

Um dos cancros da web é o Flash, que ainda por cima deixa o vosso disco rígido infestado de cookies que os vossos browsers não conseguem limpar, para removerem os cookies do Flash, os LSO, uma vez que estes nunca são removidos pelo browser, usem a extensão BetterPrivacy.

Onde devem procurar por este lixo todo nos vossos discos rígidos:

GNU/Linux: ~/.adobe/Flash_Player/AssetCache/ e aqui ~/.macromedia

ms-windows: LSO files are stored typically with a “.SOL” extension, within each user’s Application Data directory, under Macromedia\FlashPlayer\#SharedObjects

macosx: ~/Library/Preferences/Macromedia/FlashPlayer. For AIR Applications, ~/Library/Preferences/[package name (ID)of your app] and ~/Library/Preferences/Macromedia/FlashPlayer/macromedia.com/Support/flashplayer/sys

10º Podem aumentar o ruído no vosso estilo de navegação, para que o google deixe de saber o que vocês andam a fazer, existe uma extensão, trata-se da TrackMeNot, que protege os utilizadores contra o search data profiling/pesquisa de dados de perfis.

11º Podem ir mais longe e usar tecnologia do TOR e Privoxy e a extensão Torbutton, embora a ligação fique mais lenta, mas isto ficará para outra altura;.

Podem no entanto usar proxys anónimos [lista] usando a extensão PhProxy/Phzilla, podem fazer alguns testes aqui e aqui.

12º Podem e devem executar um backup total do vosso Gmail que está na cloud da Google, para os vossos discos rígidos, para tal dêem olhada Aqui onde podem ver como se usa o getmail e aqui podem verificar como se usa o Fetchmail em ms-windows e em qualquer *nix.

Fica ainda a dica para quando o google fica adoentado e não conseguem aceder a ele via web, primeiro experimentem usar a versão Basic HTML, caso não dê, espero que tenham activado o acesso IMAP e POP no vosso Thunderbird ou Kmail, com quase toda a certeza têm acesso a ele, as configurações para isso estão aqui.

13º É aconselhado o uso de criptografia/cifra no mail, especialmente quando existem dados relativos a passwords, contas bancárias, conversas, fotografias, vídeos, etc que nunca devemos enviar como se tratasse de um postal dos correios.

Para além de proteger o que é nosso, ainda permite através de uma assinatura digital provar que fomos realmente nós que enviámos determinados dados ou mensagem.

Para tal recomendo o uso do excelente software livre de cifra, baseado na norma OpenPGP, o GnuPG.

Este software é multiplataforma, para ms-windows têm o GPG4Win, o GnuPG possui ainda diversas ferramentas gráficas para a sua utilização, como só uso Software Livre a minha favorita é a do KDE, a KGpg, para o software da empresa monopolista têm a GnuPG Shell, para a wannabe monopolista, a apple e o seu macosx, têm aqui o Mac GNU Privacy Guard.

14º Podem usar o GnuPG directamente no vosso programa de mail, Thunderbird (através da extensão Enigmail), Kmail e o leve ClawsMail (todos eles já possuem os plugins de encriptação) e até directamente na vossa conta web do Gmail, através da extensão FireGPG.

Para usar dêem olhada a estas dicas para GNU/Linux bem como o manual do GnuPG, para utilizadores de ms-windows dêem olhada às screenshots e vídeo do GnuPG Shell, é facílimo por isso não há desculpa para não usar.

15º Uma lista das extensões de segurança e privacidade que recomendo, tendo em conta o seguinte, instalem só as que necessitam e que usam, tudo o resto só aumenta quer o gasto de RAM por parte do browser quer os vectores de ataque, tornando-o mais inseguro, isto é válido para o resto do software que tenham instalado; recomendo ainda que antes de tudo dêem olhada à lista das extensões recomendadas pelo projecto GNUzilla.

Seguindo por ordem alfabética tal como aparecem no meu GNU Icecat:

Caso desejem depois de instaladas fazer um backup delas e até exportá-las, é para isso que servem as extensões FEBE e CLEO.

That’s all folks!!!

P.S. aceitam-se criticas e mais dicas que possam partilhar!

Trust no one!

Disclaimer: Todas as dicas destas entradas têm um único propósito, defender o direito fundamental de qualquer ser humano relativo à sua liberdade e à sua privacidade.

Como é óbvio não me responsabilizo pela maneira ou o uso que façam das mesmas, bem como pela eventual perda de dados.

Convém frisar que ter direito à privacidade não implica que se tenha algo a esconder ou que se vá praticar qualquer crime.

Quando enviamos uma carta, uma encomenda pelos vulgares correios estas também vão fechadas, respeita-se a privacidade de quem as envia e de quem as recebe, presume-se que quer o emissor quer o receptor são pessoas idóneas e com direito à privacidade.

Porque razão não se respeita o mesmo direito no mundo digital da rede?!

Porque razão se coloca em causa o uso de criptografia e de VPN’s por particulares, alegando que terão algo a esconder?

Há que ter sempre em mente que Todos Somos Inocentes até Prova em Contrário e que o ónus dessa prova nunca está connosco mas sim do lado de quem nos acusa.

Trust no one!

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Instalando extensões do Mozilla Firefox no GNU Icecat

Posted in Apps, Debian, Segurança, Web on Dezembro 6, 2009 by ovigia

Para obter mais segurança e privacidade como tenho por aqui escrito, resolvi começar a usar o GNU Icecat, mas uma vez que o seu UserAgent contém a informação sobre o Icecat, no site das extensões do Firefox não as conseguimos instalar, por forma a contrariar isso, o mais fácil é instalando a extensão User Agent Switcher, e depois modificar o final do nosso user agent ou então criar um para o efeito.

Este exemplo funciona para instalar as extensões: Mozilla/5.0 (X11; U; Linux i686; en-US; rv:1.8.1.3) Gecko/20070309 Firefox/3.5.5

O pequeno pormenor que faz toda a diferença é o fim: Mozilla/5.0 (X11; U; Linux x86_64; en-US; rv:1.9.1.5) Gecko/20091109 IceCat/3.5.5

Podemos verificar como ele está aqui

E para saber-mos o que o nosso browser está a enviar, por motivos de privacidade e segurança, podemos dar olhada aqui.

Agora tenho de ver como é que se compila isto :) para aumentar ainda mais a segurança!

Para instalar a versão normal é simples, dar olhada aqui

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‘Segurança e Privacidade’ num mundo de vigilância Orwelliana (Parte 2) – LiveCD’s

Posted in Uncategorized on Dezembro 3, 2009 by ovigia

Como já havia mencionado na primeira parte desta sequência de dicas, ‘Segurança e Privacidade’ num mundo de vigilância Orwelliana (Parte 1), hoje vou deixar aqui algumas medidas que nos permitem obter alguma privacidade e segurança nas nossas andanças pela rede.

Para além do diverso software que aqui irei mencionar, deixarei ainda alguns links interessantes de algumas entidades que se preocupam com estes temas da segurança e privacidade de todos nós, como é o caso da EFF, FSF, EPIC.

Cada vez mais é necessário nos proteger-mos, nos acautelar-mos das diversas ameças que vão surgindo de todo o lado e muito especialmente de quem deveria garantir uma boa parte da nossa segurança, os Governos que elegemos para gerirem o Estado, que é de todos nós, mas que infelizmente foi tomado de assalto por verdadeiros criminosos, que vão aprovando leis a torto e a direito que colocam em causa quer a nossa Privacidade quer a nossa Segurança.

Ainda agora acabo de ler que o Chefe de Estado-maior do Exército pretende “ver os militares nas ruas a cooperar com as forças de segurança interna, mesmo que para o efeito seja necessário proceder a alterações na lei., ou seja, algo semelhante ao que se está a passar nos EUA, onde anteriormente isso era proíbido por lei através do Posse Comitatus mas que quer Bush/Cheney quer agora Obama fazem tábua raza da Constituição e vão aos poucos construindo um Estado Securitário, policial e de vigilầncia.

Esta ideia de por aqui deixar algumas dicas surgiu-me depois de ler sobre diversos temas, nomeadamente os projectos que estão a ser implementados por forma a acabarem com a nossa privacidade e até com a presunção de inocência.

Casos que já por aqui escrevi, mas lembrei-me disto ao ler este artigo num blog de segurança do Washington Post, o Security Fix de Brian Krebs.

Nesse artigo ele aconselha a usar um LiveCD com uma distribuição de GNU/Linux, por forma a se conseguir um acesso seguro às nossas contas bancárias online, o conhecido e-banking.

O artigo é tanto mais interessante uma vez que ele está a aconselhar utilizadores do vulgar ms-windows da microsoft, o qual como todos sabemos está bastante longe de ser um sistema seguro e muito menos de proteger a nossa Privacidade, como por diversas vezes tem sido demonstrado. (drm, tcpa/palladium, ms-windows media player envia dados privados para Redmond)

Um pequeno à parte para dizer que o TCPA/TPM [/.](que o kernel Linux suporta) pode ser usado para nos proteger e garantir a integridade dos dados que temos nos nossos computadores especialmente nos portáteis, mas APENAS QUANDO DISPOMOS DA CHAVE que garante que o sistema se encontra seguro.

Ainda para mais quando surgem notícias como estas Microsoft: No NSA Backdoor in Windows 7 ou ainda mais antigas, _NSAKEY; How NSA access was built into Windows

É claro que se quiser-mos ir ainda mais longe, grande parte das comunicações estarão comprometidas, especialmente as que se façam sem qualquer tipo de encriptação, uma vez que a CISCO também trabalha com a NSA, ou ainda do caso da Nokia Siemens.

Cisco, for instance, has built “lawful intercept” into its products, including its Internetworking Operating System ISO and VoIP products. [via OSNEWS]

(…)

Marc Rotenberg, the executive director of the Electronics Privacy Information Center, raised a red flag about the NSA’s involvement in Windows 7. “When NSA offers to help the private sector on computer security, the obvious concern is that it will also build in backdoors that enables tracking users and intercepting user communications,” Rotenberg told ComputerWorld, “And private sector firms are reluctant to oppose these ’suggestions’ since the US government is also their biggest customer and opposition to the NSA could mean to loss of sales.”

Como este blog não gosta de esconder nada, porque de segredos, desinformação e manipulação, já estamos todos cheios, chamo ainda a atenção para esta notícia do excelente site de informática, o H-online, NSA helps Apple, Sun and Red Hat harden their systems.

Quer nestes casos que envolve a empresa de Software Livre Red Hat, quer deste mais recente da microsoft a informação que é divulgada é a de que a NSA ajudou a tornar os sistemas mais seguros, Hardening, tal como já o fez presumo que com a Sun e o seu Trusted Solaris.

A diferença é que quer com a Red Hat/Fedora e até com a Sun e o seu Solaris, agora OpenSolaris, é que o código fonte está cá fora e pode ser visto por todos, por exemplo no caso da Red Hat e de muitas outras distros de GNU/Linux e até dos BSD’s, TrustedBSD, que usam o SElinux, que teve o seu início num projecto da NSA (FLASK/TE), tudo se conhece sobre o projecto e ele é implementado por diversas distros por forma a aumentar a segurança, mas com a enorme vantagem que o Software Livre permite, conhecer a ‘receita’ e poder investigá-la e até hoje está tudo ok, aliás se não estivesse distros como a Red Hat/Fedora ou a Debian e Gentoo não lhe tocariam, o SELinux está mesmo sobre uma licença livre que obriga a isso, a GPL.

Pelo contrário com a microsoft uma vez que não temos acesso ao código, apenas podemos ‘confiar’ naquilo que nos dizem, o que tendo em conta a história quer da NSA quer da microsoft, não abona muito em seu favor.

Mas até com a NSA podemos aprender a defender-mo-nos e a artilhar-mos os nossos sistemas operativos livres, nesta página têm este documento de como tornar a versão 5 do RHEL mais segura, ou ainda Hardening Tips for the Red Hat Enterprise Linux 5

No fundo temos de perceber que a nossa luta a favor da nossa Privacidade, Liberdade e Segurança é uma luta de guerrilha, onde podemos, devemos, usar as armas do adversário.

Posto isto, como já devem ter percebido, o melhor que têm a fazer é usar sistemas operativos livres, pelo menos quando querem ter acesso a ferramentas que vos garantem uma enorme segurança, nunca será total, mas sem dúvida que será muito, mas muito superior à oferecida quer pelos sistemas da microsoft quer pelos da apple, mesmo sendo este baseado no FreeBSD, o problema é o que os senhores da apple lá colocam depois, como por exemplo o DRM.

Podemos por exemplo optar por ter dois sistemas instalados na mesma máquina, podem continuar a usar os vossos ms-windows e apple macosx e instalar numa partição à parte uma distro ou um BSD seguro para apenas usarem quando querem aceder a bancos ou a outro tipo de informação que não queiram ver comprometida.

Caso optem por esta medida, a primeira regra é desabilitar tudo o que não usam, hardening; o mais fácil é mesmo instalarem uma versão básica do sistema e instalarem apenas o que necessitam, algumas distros boas para isto são a Debian, Arch, Gentoo, Slackware e claro os BSD’s.

Para quem queira já algo mais preparadinho, recomendo as distros recomendadas pela FSF, por exemplo a gNewSense ou a venenux com KDE que só têm Software Livre, nada de blobs no kernel nem pacotes manhosos, casos do ms-novell-mono, como algumas distros instalam por omissão.

É que no caminho que estamos a tomar, daqui a pouco aceder-mos a sites que se insurjam contra medidas que a UE, o governo português tome, serão vistas como subversivas, já nem falo de aceder-mos a sites como por exemplo sobre anarquia ou sobre cutelaria e artes de Bushcraft e Técnicas de Sobrevivência e até o conhecido manual do anarquista.

Claro que o mais seguro é sempre usarem um LiveCD com uma distro de GNU/Linux que disponibilize ferramentas preparadas para assegurarem a vossa Privacidade e Segurança, tais como GnuPG, Tor, um browser seguro, IceCat, extensoẽs de segurança, como a FireGPG e Enigma para o Icedove e até para P2P, ou melhor para F2F, Gnunet e OneSwarm,

Usarem um LiveCD em vez de uma distro numa pen USB, tem a vantagem de nada ficar gravado, após reboot ao pc nada mais existe, no Incognito GNU/Linux é até a RAM a quando se desliga o sistema é reescrita com random data por forma a não deixar lá qualquer informação.

Caso optem por usar uma pen ou disco USB ou outro que permite reescrever, formatem-nos e encham-nos primeiro de random data usando por exemplo o DBAN ou ainda

Em sistemas operativos livres como gnu/linux basta fazer:

#shred -z /dev/hd[a,b,c or d] ou outro device qualquer, neste momento são todos vistos como scsi, logo são sd(a,b)

#dd if=/dev/zero of=/dev/sda

#dd if=/dev/urandom of=/dev/sda

Alguns exemplos de sistemas operativos que se podem usar:

* Anonym.OS (LiveCD artilhado baseado em OpenBSD) – Apesar de não ter tido updates, é uma interessante escolha, podem ler sobre ele neste artigo da Wired.

* Incognito (Gentoo) – “Incognito is an open source LiveDistro based on Gentoo Linux assisting you to securely and anonymously use the Internet almost anywhere you go, e.g. your home, work, university, favourite Internet café or local library.” – Descrição do seu uso num artigo da TuxRadar

* Ubuntu Privacy Remix“Ubuntu Privacy Remix is a modified Live-CD based on Ubuntu Linux. UPR is not intended for permanent installation on hard disk. The goal of Ubuntu Privacy Remix is to provide an isolated, working environment where private data can be dealt with safely. The system installed on the computer running UPR remains untouched. The risk of theft of such private data arises not only from “conventional” criminals, trojans. rootkits, keyloggers etc. In many countries, measures are taken or being prepared aiming at spying and monitoring its citizens. Ubuntu Privacy Remix is a tool to protect your data against unsolicited access.”

Esta distro tem uma particularidade interessante, uma vez que não permite ligações a qualquer rede, serve apenas e só para uma computação local.

* Bactrack – Esta distro é mais para penetration testing e que dependendo das situações poderá ser muito útil, para terem uma espécie de canivete suiço das distros de GNU/Linux à vossa disposição recomendo o projecto Katana, que já traz a Backtrack.

Mais info sobre Software Livre Hardened aqui – Security-focused operating system

9 Ways to Make Linux More Secure

Artigo da IBM sobre segurança dos sistemas operativos através de tecnologias como a SElinux, Jails, LSM etc

Summary: Secure programs must minimize privileges so that any bugs are less likely to be become security vulnerabilities. This article discusses how to minimize privileges by minimizing the privileged modules, the privileges granted, and the time the privileges are active. The article discusses not only some of the traditional UNIX-like mechanisms for privileges, but some of the newer mechanisms like the FreeBSD jail(), the Linux Security Modules (LSM) framework, and Security-Enhanced Linux (SELinux).

Discussão sobre o tema relativo ao AnonymOS no blog de Bruce Schneier bem como no Slashdot.

Por fim relembrar que a Segurança e a Privacidade não vêm de borla, apesar de todo este software ser livre e gratuíto, requere algum trabalho, quanto mais não seja fazer o seu download e gravá-lo para um CD/DVD, o recomendado, ou para uma pen USB.

Lembrar ainda que como tudo isto usa múltiplas camadas de segurança, aceder à rede Internet usando tecnologia como a TOR, torna a ligação mais segura, protege a nossa provacidade, mas torna-a mais lenta; por isso digo que Segurança e Privacidade tal como a Liberdade têm custos, mas que no fim compensam e muito.

Trust no one!

Disclaimer: Todas as dicas destas entradas têm um único propósito, defender o direito fundamental de qualquer ser humano relativo à sua liberdade e à sua privacidade.

Convém frisar que ter direito à privacidade não implica que se tenha algo a esconder ou que se vá praticar qualquer crime.

Quando enviamos uma carta, uma encomenda pelos vulgares correios estas também vão fechadas, respeita-se a privacidade de quem as envia e de quem as recebe, presume-se que quer o emissor quer o receptor são pessoas idóneas e com direito à privacidade.

Porque razão não se respeita o mesmo direito no mundo digital da rede?!

Porque razão se coloca em causa o uso de criptografia e de VPN’s por particulares, alegando que terão algo a esconder?

Há que ter sempre em mente que Todos Somos Inocentes até Prova em Contrário e que o ónus dessa prova nunca está connosco mas sim do lado de quem nos acusa.

Trust no one!

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Usando apenas Software Livre (o Stallman virtual e o mononono)

Posted in Apps, FLOSS, kernel with tags on Novembro 20, 2009 by ovigia

Por diversos motivos, especialmente filosóficos, maneira de estar na vida, prefiro o Software Livre a qualquer outro, por essa razão tento sempre proteger as minhas máquinas de software com ‘problemas existenciais’ ;) um dos exemplos mais claros são tudo o que tenha a ver com tecnologias Cavalo de Tróia que a empresa monopólio, microsoft, com a ajuda dos seus esbilros (novell e até certo ponto a canonical) tem vindo a colocar tipo sleeper cells em diversas distros e software como por exemplo o OpenOffice.org, uma vez que pode ter componentes da novell.

Entre os exemplos desse software contaminado com por exemplo o m$-novell-mono e m$-ooxml encontra-se o GNOME (que ainda pode vir a ficar mais contaminado, veja-se o caso do dbus e do Banshee+moonlight), muito especialmente diversos dos seus componentes, F-Spot, Banshee, Evolution, Tomboy, Beagle, gnome-do, plugins como o m$-novell-moonlight entre outros.

Para nos protegermos de muitos destes problemas podemos logo acabar com eles instalando uma distro totalmente livre e sem blobs no kernel linux, basta para tal instalar uma das diversas distros livres que a FSF aconselha, gosto bastante da gNewSense e da Trisquel.

Caso optemos por outras, as que usam o KDE com grande probabilidade apenas estão afectadas pelos blobs do kernel, aos quais por vezes não podemos fugir devido ao hardware que possuímos, bem como eventuais problemas de plugins como o flash bem como de algumas particularidades do OpenOffice.org, as quais se resolvem usando a versão oficial bem como em relação ao plugin flash, podemos sempre usar o swfdec, gnash bem como a extensão Greasemonkey com um script por forma a vermos os videos do youtube dentro do MPlayer ou mesmo do VLC, ou ainda o excelente Minitube

Embora o ideal seja o uso e abuso das novas extensões HTML5, de audio e video usando codecs e containers abertos e livres como os vorbis e theora em ogg, que já são fortemente usadas pela wikipedia, archive.org e até pelo site dailymotion e que permitem coisas fabulosas como estas e estas (só funcionam em browsers a sério, ou seja que seguem padrões da W3C ;) Firefox, Chrome, Safari, Opera bem como outros derivados dos motores de rendering Mozilla Gecko e Webkit)

Para nos livrar-mos dessa praga podemos seguir estes passos, ms-novell mono – conjunto de aplicações das quais se deve fugir – como removê-las.

O comando para nos livrar-mos deste lixo não podia ser mais simples, por exemplo para a versão do Ubuntu, que anda a ficar muito contaminada;

$sudo apt-get remove –purge mono-common libmono0

Embora nos links que aqui coloquei já a mencione uma, existem duas ferramentas para verificar a nossa instalação e para não deixar instalar nada contaminado pelo m$-novell-mono, são o Stallman Virtual :) vrms e a mononono.

Outras leituras e sites a acompanhar relativamente a esta temática dos Cavalos de Tróia da microsoft e novell entre outras, canonical i’m looking at you!

Outras entradas que já escrevi:

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Como verificar links curtos – short URL

Posted in Segurança, Web on Novembro 9, 2009 by ovigia

Com o aparecimento de serviços como o Identi.ca e o Twitter, apareceram também serviços que permitem reduzir o tamanho dos links por forma a gastarem menos caracteres, o meu favorito é o http://ur1.ca que usa uma licença livre, nomeadamente a GPL.

Apesar de serem muito úteis, uma vez que não dá para perceber para onde o link encurtado nos está a levar, este pode causar problemas de segurança, malware, spyware etc.


Como tal existem formas de contrariar este tipo de coisas.
Para links que estejam visiveis, ou seja links que se possam logo clicar, como por exemplo este http://ur1.ca/femq, podem usar directamente a extensão para Firefox, LongURLplease.

Caso o link não possa ser clicado como por vezes acontece em alguns sites, onde aparece apenas escrito sem formatação html, como isto http://ur1.ca/fen1 podem usar um site que expande e mostra para onde esse link encurtado está a apontar, um dos sites é o http://longurl.org/

Aconselha-se ainda o uso das extensões Adblock Plus e NoScript, especialmente esta última.

Outros exemplos:

Shortened URLs: the real dangers behind and how to avoid troubles « mxlab – all about anti virus and anti spam

The dark side is that with these shortening services you are no longer able to see directly where your browser will be pointed to. Shortened URLs could lead to the following security risks.

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As Extensões que uso no Mozilla Firefox

Posted in Apps, Web on Outubro 27, 2009 by ovigia

Após ter descrito no meu outro blog, As extensões/addons que uso no Mozilla Firefox/Swiftweasel/Iceweasel, as diversas extensões que uso no meu browser de eleição, o Swiftweasel, uma versão optimizada para GNU/Linux do Mozilla Firefox, vou nesta entrada fazer um update das que continuo a usar e das novas aquisições e já agora o meu theme favorito, Noia 2.0 (eXtreme)

De uploads
  1. Adblock Plus
  2. FireGPG
  3. Forecastbar Enhanced
  4. Header Spy ou server spy
  5. Firegestures
  6. NoScript
  7. Password Exporter
  8. Quick Locale Switcher (já vem com o Swiftweasel)
  9. ScribeFire
  10. Secure Login
  11. Tab Mix Plus
  12. English Dictionary
  13. Dicionário PT
  14. Babelfish
  15. Nuke Anything Enhanced
  16. TidyRead
  17. Shareaholic
  18. Diigo
  19. Zotero (pesquisas e guardar info)
  20. Xmarks
  21. Nightly Tester Tools
  22. Priberam
  23. Scrapbook
  24. User Agent Switcher
  25. Vacuum Places
  26. Add-on Collector

[update: instalei mais umas interessantes, BetterPrivacy, FEBE, LongURL, CLEO, OPIE e a Weave; com a instalação da Weave algumas deixam de ser necessárias, mas para já estou a experimentar :) ]

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